top of page
Buscar

Histórias de superação: eles fizeram supletivo e se deram muito bem

  • cursolivre12
  • 15 de nov. de 2024
  • 3 min de leitura

Um dos argumentos que mais escutamos aqui no Curso Decisão entre os que tem dúvidas sobre fazer um supletivo é se vale a pena depois de uma certa idade.

A nossa experiência de mais de 20 anos trabalhando no Ensino de Jovens e Adultos (EJA) comprova que isso não passa de um mito.


Histórias de supração supletivo EJA
Histórias de supração supletivo EJA

Com persistência, dedicação e disciplina, não importa qual seja a sua idade, é certo que, quanto maior sua escolaridade, mais oportunidades tendem a surgir.

Duvida? Então conheça seis ótimos exemplos de que é possível o sucesso profissional mesmo depois da idade adulta.


Máximo Ribeiro


Para algumas pessoas, concluir o ensino médio somente aos 32 anos seria uma perda de tempo.

Não para Máximo Ribeiro, que cresceu na pequena Vale do Ribeira, interior de São Paulo, sem ter acesso aos estudos até os 29 anos de idade.

Desde cedo trabalhando na lavoura, ele decidiu nessa fase da sua vida que era hora de mudar.

Fez o supletivo EJA, formou-se em Matemática e Pedagogia, fez duas pós-graduações, um MBA e desde 1999 é professor. Aos 55 anos, a ideia de aposentadoria passa longe.


Grazi Heck


Grazi Heck é outro bom exemplo de que com garra e determinação, não há barreiras que impeçam uma pessoa de atingir seus objetivos.

Mesmo morando na Inglaterra, ela decidiu “botar a cara” e terminar o ensino médio fazendo um supletivo EJA.

Hoje ela é uma bem sucedida enfermeira e dá dicas para brasileiros que querem viver no exterior em seu canal no Youtube.


Sandra Rossi


Já a Sandra Rossi abandonou os estudos em nome do sonho de ser jogadora de vôlei profissional.

Dos 13 aos 27 anos, ela dedicou-se exclusivamente ao esporte e, quando teve que parar de jogar, sentiu na pele as dificuldades de não ter os estudos concluídos.

Contra todos os medos e a vergonha que sentia, ela matriculou-se em um supletivo EJA. O motivo? Estava cansada dos subempregos aos quais se submetia por não ter o ensino médio.

Hoje formada, ela dá aulas no mesmo supletivo em que concluiu o ensino médio, no colégio Santa Maria, em São Paulo.


Riza Mara


Já a Riza Mara teve que abandonar os estudos não por opção, mas por causa das sequelas de um acidente que a impedia de frequentar a escola.

Tentou voltar aos estudos aos 22 anos, mas por causa de uma gravidez, teve novamente que adiar seus planos.

Desafiando o medo e a vergonha, ela conseguiu terminar o ensino médio depois dos 30 e formou-se em Tecnologia de Alimentos. 


Israel Perez e Roque Hudson


O que dizer então de Israel Perez, que só terminou o ensino médio aos 50 anos em um supletivo EJA e planeja seguir carreira na área de Recursos Humanos?

Ou de Roque Hudson, que mesmo sendo deficiente visual, encarou o desafio de voltar às carteiras escolares aos 59 anos? Feliz da vida, ele dá o exemplo, exercendo o cargo voluntário de presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência em São Paulo. 

Essas são apenas algumas das jornadas de superação de pessoas que comprovam com suas experiências que nunca é tarde para voltar a estudar.



 
 
 

Comentários


bottom of page